top of page

Artigos


A diferença entre bater meta e construir negócio
Existe uma diferença profunda entre quem trabalha para fechar o mês e quem atua para elevar o patamar do negócio. À primeira vista, ambos podem estar na mesma cadeira, com o mesmo cargo, o mesmo CRM, a mesma meta e até o mesmo portfólio, mas não estão no mesmo lugar em consciência. Um apenas executa o comercial. O outro assume o território como responsabilidade real e de longo prazo. Esse é o ponto de ruptura. Ainda existe muita operação comercial treinada para obedecer a um
Horus Mentoria
9 de abr.3 min de leitura


O cérebro como ativo estratégico na era da inteligência artificial.
Estamos entrando numa fase da história em que muitos ainda olham para a inteligência artificial como se ela fosse apenas uma revolução tecnológica. Não é. Ela é uma revolução antropológica, econômica e organizacional ao mesmo tempo. É justamente por isso que o relatório The Human Advantage: Stronger Brains in the Age of AI da McKinsey acerta num ponto central que irei abordar nesse artigo. Primeiro ponto a esclarecer é que a grande vantagem competitiva do nosso tempo não ser
Horus Mentoria
31 de mar.6 min de leitura


Finanças no conselho, um pragmatismo muito além da planilha
Uma visão sobre cenário, proteção de margem e geração de valor em ambiente de pressão Estive na aula 9 do ABP, formação avançada de conselheiros da Board Academy Br, no dia 18/3, com Júlio Damião. Entendi de forma muito clara e pragmática que finanças no conselho não podem ser tratadas como um bloco técnico isolado, restrito ao CFO, ao balanço ou ao fechamento do mês. Quando a pressão competitiva aumenta, quando o custo do dinheiro sobe, quando o consumidor perde poder de com

Keine Alves
26 de mar.5 min de leitura


Entre o brilho do expositor e a prova do conceito
Uma leitura da Aula 8 do ABP sobre nova economia, ecossistemas e nexialismo Há aulas que se sustentam pela força do conceito, outras, pela força de quem as conduz. A Aula 8 do ABP, no Board Academy Br com Marcelo Ribas Cañellas , me pareceu pertencer mais a esta segunda categoria e isso não é crítica, sim, um reconhecimento. Marcelo demonstra um conhecimento tácito raro. Sua fala não vem apenas de leitura ou de repertório acumulado. Vem de trânsito real por contextos di

Keine Alves
26 de mar.9 min de leitura


A forma jurídica para um conselho na tomada de decisão
Há aulas que informam. Há aulas que formam critério e para mim a Aula 7 foi exatamente isso, uma formação de critérios essenciais. Sem exagero, na minha percepção foi a melhor aula técnica que tive em toda a minha trajetória na Board Academy Br no programa ABP. Digo isso pelo nível do conteúdo e pela forma como o Dr. Italo Martins conduziu a aula com o seu material. Houve rigor. Houve clareza. Houve densidade. Acima de tudo houve fundamentação sobre consequências prát

Keine Alves
26 de mar.5 min de leitura


Cultura não é detalhe
Entre a confirmação do essencial e os limites de uma abordagem aplicada Estive na aula 6 do ABP, na Board Academy Br , com a Carolina Marra , e saí com uma percepção muito clara. Não foi, para mim, uma aula de novidade, mas de reafirmação. Ela me ajudou a rever, organizar e fixar pontos que, pela minha trajetória como empresário, engenheiro, filósofo, educador e estudioso da formação humana nas empresas, já ocupam um lugar central na forma como compreendo cultura, lider

Keine Alves
26 de mar.5 min de leitura


BEC com IA e deepfakes quando a fraude imita sua liderança e a cultura segura o negócio
Quando segurança parecia um muro Me recordo que, ali entre 1998 e 2000, a segurança cibernética era tratada como um muro. Eu praticamente nasci nas telecomunicações e estava lá quando as empresas começaram a levar a sério a proteção de perímetro, colocando firewalls da Cisco e da CheckPoint no centro da infraestrutura e acreditando que, com esse limite bem desenhado, o risco ficava do lado de fora. Naquele tempo dava para apontar, na topologia, onde a segurança morava. Dava p

Keine Alves
26 de mar.7 min de leitura


ESG, a pequena grande mudança que bagunça ou salva o jogo conforme o entendimento que se tem dele
No dia 05 de março eu estive com a equipe do Board Academy Br para a aula 4, dedicada ao tema ESG. Quem conduziu foi o Hugo Bethlem , um profissional raro, competente de verdade, que coloca ordem num tema que, mesmo em seu pouco tempo de vida, já vem sendo bastante desgastado. Confesso que entrei nessa aula com o reflexo de quem vive o mundo real dos negócios e achei que seria mais uma conversa sobre métricas, relatórios e boas práticas na tentativa de organizar a casa.

Keine Alves
11 de mar.7 min de leitura


Sobre inovação, tendências e IA para conselhos
O conselho que não aprende na velocidade da mudança começa a decidir abaixo do tempo do mercado. No dia 4 de março, assisti online à aula 3 do ABP com Paulo Henrique Barroso Menezes , dedicada ao tema Inovação, Tendências e AI para Conselhos. Saí da aula com uma percepção ainda mais consolidada. Inteligência artificial não pode mais ser tratada, no ambiente de conselho, como um assunto periférico, uma curiosidade tecnológica ou um simples apêndice da pauta de inovação. A au

Keine Alves
11 de mar.4 min de leitura


A governança que aparece na prática
Ritos, rituais e rotinas como a cadência que sustenta o conselho Na segunda aula que tive na Board Academy Br , no dia 26 de fevereiro à tarde, com o Udo Kurt Gierlich , eu não saí com uma revelação e sim com uma confirmação já conhecida que ritos, rituais e rotinas não são adereços, são elementos que forma a engrenagem que sustenta a efetividade de um conselho. Esse assunto ganha peso na minha percepção porque o contexto não dá trégua, pois a atuação do conselho acontece

Keine Alves
11 de mar.5 min de leitura


A confiança que cega o conselho
Quando a convicção vira ponto cego e a governança perde precisão No dia 26 de fevereiro eu estive com a equipe da Board Academy Br e saí com um alerta simples que um conselho pode estar confiante e, ainda assim, estar exposto. Não por falta de intenção, mas por um paradoxo humano. A sala se sente pronta, os relatórios chegam favoráveis, a fala é segura, e mesmo assim o risco continua ali, operando por baixo, sem ser nomeado. O Corporate Governance Institute descreve i

Keine Alves
11 de mar.5 min de leitura


Claude e o ponto de virada A hora em que a execução mudou de lado
Eu vou te colocar dentro de uma cena que eu já vi muitas vezes e que quase sempre termina igual. Sala de reunião impecável, mesa com nomes grandes, um conselho que carrega décadas de experiência, um CEO com faro para risco e um CIO que já apanhou o suficiente para saber que tecnologia nunca é só tecnologia. Alguém encosta no tema IA com o cansaço de quem ouviu demais e com a pressa de quem quer encerrar logo, isso é hype, isso passa, isso é para marketing. A conversa segue, a

Keine Alves
11 de mar.7 min de leitura


O refém do resultado e o medo de agir que sustenta o teatro do finge que faz
Você fecha a porta do escritório quando o prédio já está vazio e o silêncio deveria trazer alívio, mas ele só amplia o peso de uma decisão que você vem adiando há semanas enquanto finge que é apenas prudência. Na tela, a meta do mês está verde e o número te dá uma sensação breve de controle, só que o controle é uma maquiagem fina quando você sabe exatamente de onde esse resultado está vindo e o que ele está custando. Existe alguém no seu time que entrega com uma regularidade

Keine Alves
11 de mar.7 min de leitura


Tecnologia, gestão e autonomia de negócios no pós-venda das concessionárias de veículos pesados
Eu já ouvi histórias repetidas, de diferentes casas e em diferentes estados, de pessoas que entraram em concessionárias cedo o bastante para ver a oficina abrir antes do café ficar pronto e que ficaram até tarde e, ainda assim, viram o cliente sair insatisfeito com a sensação de que ninguém conseguiu ouvi-lo direito. O mais duro é que isso não é exceção. É padrão. Eu já conversei com dono de grupo, com gerente de pós-venda, com chefe de oficina, com a equipe de peças, com ven

Keine Alves
18 de fev.9 min de leitura


Israel depois do 7 de outubro o que eu vi em Tel Aviv e o que CEOs e investidores precisam enxergar
Voltei de Israel com uma impressão que não cabe bem em estatística, porque ela vem do corpo e do olhar, e ela é simples de dizer e difícil de ignorar. A vida segue, e segue bem, não no sentido ingênuo de que está tudo normal, mas no sentido mais sério e antigo de uma sociedade que se recusa a ser definida pelo choque, que reorganiza o cotidiano, protege o essencial e continua construindo, como quem sabe há gerações que desistir nunca foi uma opção. Nessa ida agora, inclusive

Keine Alves
9 de fev.7 min de leitura


Sem governança, toda decisão vira política interna
Política interna, quando vira regra, cobra juros altos no caixa, no time e no cliente, e não estou falando de conselho formal, ata bonita ou organograma cheio. Estou falando do que sustenta a decisão quando a pressão aumenta. Quem decide o quê, com qual critério, com quais dados, com qual responsabilidade, e com qual compromisso de revisar a escolha quando a realidade mudar. Quando isso não existe, a empresa até funciona por um tempo, mas ela funciona na base do improviso e d

Keine Alves
9 de fev.2 min de leitura


A guerra cibernética ficou adulta e muitos ainda trata cibersegurança como projeto
Cheguei ao terceiro e último dia da Cybertech em Tel Aviv com uma certeza incômoda. O digital já não é periferia do negócio. Ele é o organismo central. Quando esse organismo sofre um choque, não cai só o sistema, cai a confiança, cai a coordenação, cai a economia. Sabemos que o próximo apagão digital não será acidente e sua empresa precisa estar pronta, Cibersegurança é confiança operacional e a guerra agora é em escala. Nos dois primeiros dias eu insisti no recado que o Bras

Keine Alves
9 de fev.7 min de leitura


Tel Aviv me deu um recado que parece simples sobre sobre segurança cibernética, mas...
Cibersegurança é cultura ou produto? Estou no segundo dia da Cybertech Tel Aviv e não é empolgação com tecnologia, é literalmente um choque de realidade. Aqui ninguém fala de ciber como vitrine, falam como quem trata isso como parte da sobrevivência dos negócios, da economia, da segurança, das redes de saúde e tudo mais. No Brasil, ainda é comum tratar segurança como aquisição. Compra, instala, apresenta para a diretoria, para o CFO que reclama da despesa, e segue. Até o dia

Keine Alves
9 de fev.6 min de leitura


Cibersegurança no Brasil, a conta do básico que a IA vai cobrar sem piedade
No dia 26 de janeiro, no meu primeiro dia na CyberTech em Tel Aviv, Israel, eu participei de dois painéis diferentes que chegaram ao mesmo veredito. A era da IA somada a 5G e IoT não moderniza a segurança. Ela acelera a exposição das fragilidades e cobra, sem negociação, o básico que foi deixado para depois por anos. E agora a cobrança vem rápida, cara e pública. O ponto central não foi entusiasmo tecnológico. Foi maturidade. Maturidade para admitir que IA deixou de ser um pr

Keine Alves
9 de fev.5 min de leitura


Crescer sem mapa de risco é acelerar no escuro e chamar o susto de imprevisto
A maioria das empresas não quebra porque não teve ideia, nem porque o time não trabalhou. Ela também quebra porque tomou decisões grandes com leitura pequena, confundindo desejo com cenário, e tratando risco como um assunto pessimista que atrapalha o ânimo. Só que risco não é pessimismo. Risco é respeito pela realidade, e respeito pela realidade é o que separa ambição de delírio. Eu encontro com frequência o mesmo padrão. A empresa tem uma boa intenção, quer expandir, contrat

Keine Alves
9 de fev.2 min de leitura
bottom of page